2 de março de 2026

Estações de Campo VS Estações Meteorológicas: Qual o melhor para a minha fazenda?

 

Para o sucesso da produção, o manejo da lavoura precisa ser assertivo, feito de maneira personalizada para as condições de cada campo. Todas as decisões durante o manejo das culturas precisam estar fundamentadas em dados reais e confiáveis.  

Com isso, fica a dúvida de qual equipamento instalar na fazenda e quais fatores precisam ser analisados diariamente. Solo ou Clima? 

A regra é estar atento às duas condições. Estações de campo e estações meteorológicas são equipamentos complementares, fornecendo informações estratégicas sobre a dinâmica hídrica no perfil do solo e as variáveis climáticas que influenciam o desenvolvimento da cultura. Quanto maior a disponibilidade e a qualidade dos dados de clima e solo, maior será a precisão nas tomadas de decisão, resultando em um manejo mais assertivo, eficiente e, consequentemente, em uma lavoura mais produtiva e rentável.

Estações meteorológicas

A estação meteorológica é essencial para a coleta de dados climáticos, através dos dados que estimam a evapotranspiração de referência de uma microrregião,  cruzado  com os coeficientes de cada cultura (KC), estimam a demanda hídrica diária específica para cada área. 

Diariamente, a Irriga Global calcula essa informação para todos os campos em monitoramento. Gerando milhares de dados diários para aprimorar a recomendação da irrigação. 

Estações de Campo 

Já as estações de campo são “nossos olhos” na lavoura. Essas estações são dotadas de sensores que captam os dados para aprimorar ainda mais as recomendações de irrigação. É possível saber em tempo real se os níveis de umidade do solo de cada área estão dentro do adequado para o melhor desenvolvimento da cultura. 

De acordo com o Diretor de Tecnologia & QA, Luis Pedro Saccol Fros, diante das diversas condições climáticas que um campo pode enfrentar, a planta não revela imediatamente as reais condições do solo, pois leva mais tempo para manifestar, a olho nu, os sintomas de estresse. “Muitas vezes a cultura leva 2-3 dias para emitir sinais de estresse hídrico que podem ser facilmente constatados antecipadamente com a presença desses sensores, evitando perdas de produtividade e otimizando o uso racional da água”, completa Fros. 

A integração desses dois equipamentos aumenta a precisão nas estimativas do balanço hídrico, gerando mais confiança na tomada de decisão sobre quando e quanto irrigar. Leve essas tecnologias para a sua fazenda. Solicite uma apresentação e saiba como podemos lhe ajudar a ser mais eficiente com o uso de recursos e agregar maior rentabilidade.