26 de janeiro de 2026

Gestão de Riscos: como é possível avaliar o potencial do campo antes do plantio

Descubra como a gestão de riscos na irrigação ajuda produtores e sementeiras a prever cenários, reduzir perdas e aumentar a rentabilidade

 

O pacote Controle Total da Irriga Global, lançado recentemente pela empresa, engloba estratégias que podem definir como será a rentabilidade antes mesmo do plantio. No pacote, além do tradicional manejo de irrigação, estão contemplados 10 parâmetros, sendo alguns executados no pré-plantio e outros no pós-plantio.

Avaliar o campo antes do plantio é decisivo para o sucesso da safra irrigada

A avaliação pré-plantio é uma etapa estratégica para o sucesso produtivo de áreas irrigadas. Antes mesmo de iniciar a semeadura, compreender o potencial agronômico e os riscos associados ao talhão permite antecipar cenários, corrigir problemas e definir a estratégia ideal de manejo hídrico, nutricional e operacional do sistema de irrigação.

A Gestão de Riscos atua como uma ferramenta essencial nesse processo, combinando informações, clima, solo e desempenho vegetativo para estimar a produtividade potencial, as limitações existentes e o nível de sensibilidade do sistema de irrigação ao longo da safra. 

Essa tecnologia é  baseada em um conjunto robusto de parâmetros desenvolvidos pelo time de Pesquisa e Desenvolvimento da Irriga Global. “Esses parâmetros nos permitem analisar de forma ampla e precisa todos os fatores que podem influenciar o desempenho produtivo de uma área irrigada, dessa forma conseguimos orientar o produtor de maneira mais precisa”, explica o especialista de pesquisa e desenvolvimento da Irriga Global, Bruno Mantovanelli. 

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Conheça os principais parâmetros de gestão de riscos capazes de melhorar o desempenho e a produtividade das áreas irrigadas.

  • Inspeções elétricas do sistema de irrigação que verificam a capacidade operacional do pivô, garantindo que o equipamento esteja apto a atender os picos de demanda de operação durante o ciclo da cultura;
  • Avaliação hídrica de reservatórios, sejam eles barragens ou poços, determinando a disponibilidade real de água e a segurança hídrica necessária para sustentar a irrigação ao longo de toda a safra;
  • Análise da uniformidade das áreas, identificando zonas com potencial produtivo variado e possíveis limitações estruturais, como compactação, baixa fertilidade ou falhas de drenagem;
  • Identificação de riscos de polinização associados a safras anteriores, observando fatores que podem comprometer o estabelecimento e o desempenho inicial da cultura em determinados períodos, avaliação muito importante na produção de semente;
  • Avaliação de pivôs conjugados, fundamental para identificar a demanda real de suprimento hídrico quando múltiplos equipamentos dependem da mesma fonte de água. Esse diagnóstico permite determinar se o reservatório ou poço possui capacidade para atender simultaneamente a lâmina mínima de irrigação necessária a cada pivô, evitando riscos de déficit hídrico em fases críticas do ciclo da cultura.

 

De acordo com Mantovanelli, todos esses critérios são fundamentados em séries de dados, o que possibilita uma análise precisa e confiável dos padrões de comportamento da área. “Assim, elaboramos diagnósticos consistentes e projetamos cenários realistas sobre os potenciais riscos envolvidos na contratação de uma determinada área por nossos clientes, promovendo decisões mais seguras e alinhadas ao potencial produtivo do sistema de irrigação”, ressalta.

 

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